segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Conto #6 - Não Se Mova

  Oi pessoal! Tudo bem? Essa semana foi estressante! Com a volta às aulas e a permanência de diversos outros problemas, eu tenho que dizer que ler e escrever tem sido a minha rota de fuga; quer dizer, mais ler do que escrever, porque o meu bloqueio criativo não foi embora 100%, mas eu estou me recuperando aos poucos, e minhas ideias para A Luz de Cada Mundo II, bem como para outros projetos, não param de brotar.
  Vamos então ao assunto do post de hoje, uma das histórias mais distintas da antologia, e uma das poucas em que eu narrei de uma forma diferente. Com vocês, Não Se Mova.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Conto #5 - Milagres

  Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Semana triste, melancólica, não consegui me desligar da semana passada e nem da retrasada, mas eu concordo com o que muitas pessoas dizem quando passam por situações como a que eu estou passando agora: tempo é o melhor remédio.
  Se bem que tempo foi meio que o causador da doença no conto do qual irei falar hoje. É uma que mais beiram a realidade de toda a antologia, uma vez que é uma realidade bem comum para diversos jovens nos dias de hoje, e ter conseguido colocar no papel um tema sobre o qual eu passei a minha vida ouvindo foi uma realização para mim, e agora gostaria de compartilhar com vocês como foi a criação dessa realização.
   Com vocês, Milagres!


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Conto #4 - A Parte Fria da Amizade

Oi pessoal! Tudo bem? Minha semana foi... Ruim, para dizer o mínimo, mas o que se pode dizer sobre isso? Semanas boas são seguidas de semanas ruins; sempre foi assim e eu tenho em mente que não serei eu quem mudará isso.
Mas vamos lá! Hoje venho aqui continuar minha série "Por trás de A Verdadeira Morte", dessa vez com o conto A Parte Fria da Amizade tomando a frente. Vamos conferir?

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Conto #3 - Grito (de Guerra)

Oi pessoal! Tudo bem? Sinceramente acho que estou enlouquecendo. Isso ou os hormônios da adolescência estão berrando bem mais alto do que nos últimos 17 anos, porque minha falta de criatividade e concentração nesse começo de ano foi, e pode continuar sendo, uma queda feia pra minha autoestima. Ano novo sempre me deixa mais sensível, e parece que isso só vai ficando pior janeiro após janeiro...
Mas enfim! Estou determinado a fazer desse ano um dos melhores para mim e me "curar" de todos os problemas que 2016 me trouxe. E nada melhor do que me comunicar um pouco com vocês, principalmente ao falar sobre o conto de hoje, um dos meus favoritos de toda a antologia. Com vocês, Grito (de Guerra).



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Conto #2 - Armadura de Ferro

  Bom dia pessoal! Tudo bem? O fim de ano sempre acaba me transformando numa pessoa muito mais sensível do que eu realmente sou, e nesse último dezembro, no auge dos meus dezessete anos, não foi muito diferente. Posso dizer que, pela primeira vez em muito tempo, eu tive o privilégio de poder ser um homem mais egoísta e pensar um pouco mais em como eu sou hoje e em quem eu quero ser amanhã. Eu ainda não tenho certeza de nada daquilo que eu quero pra 2017 e "dúvida" é a palavra do mês para mim, mas de certa forma, tudo isso me leva de volta àquilo que eu escrevi em A Verdadeira Morte, o que nos leva àquilo que eu escrevei aqui e agora.
  Enfim, vamos lá! Hoje eu darei continuidade a minha série de matérias que começou semana passada, que busca explicar a criação de cada um dos contos de A Verdadeira Morte. Enquanto no último post eu falei sobre (Intro) Nostalgia, neste eu estarei focando no primeiro conto da antologia: Armadura de Ferro.